Face ao cenário atual de baixa rentabilidade das aplicações financeiras, inclusive a poupança, o investidor voltou os olhos ao mercado de imóveis.
Alguns proprietários ao invés de contratarem uma única imobiliária, pulverizam a negociação em várias, tentando “aumentar gratuitamente a visibilidade de seus imóveis”, a valores nem sempre condizentes com a realidade do mercado, gerando demanda reprimida e mesmo inflação, decorrente do desequilíbrio do binômio oferta e procura.
E pior, alguns proprietários, de forma antiética, acabam algumas vezes, negociando diretamente com o comprador (se aproveitando do fato de não terem dado exclusividade de venda aos corretores), deixando a “ver navios” as imobiliárias que investiram na prospecção e divulgação de seus imóveis.
Tal postura desestimula bons profissionais, haja vista que cada vez mais, corretores de imóveis têm investido no aprimoramento da área e merecem, por tal esforço e recursos despendidos, serem reconhecidos e convenientemente remunerados, visando eliminar antigas práticas “picaretas”.
Mário Jorge Tavares, administrador de empresas
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